Alma minha, subtil….
Que subtis refúgios a alma esconde
Quando, promíscuo, o senso a perscruta
Quando, promíscuo, o senso a perscruta
Sem saber nela como e nem aonde
Procurar causas em que o ser matuta?
Que ténues mecanismos serão esses
Que engenhosos, hábeis, perspicazes
Produzem na consciência tais reveses
Que calam os mais sábios e loquazes?
É que, tendo a alma a tal prerrogativa
De se encontrar com o pélago da mente
Mesmo sem do absoluto ser cativa,
Temos de considerar ser procedente
D’Espinosa a norma subjuntiva;
Que a alma é do divino consequente.
Sintra - Portugal - Novembro 2013
VEJA AQUI O VÍDEO NUMA BELA FORMATAÇÃO DO AMIGO DORIVAL CAMPANELLE














