Este soneto de António Barroso
(Tiago) foi inspirado nos títulos de alguns poemas de Eugénio de Sá, o que o
torna uma peça inédita plena de criatividade.
Os poemas a que o “ Tiago” alude e
que fazem parte integrante do soneto podem ser acessados clicando nos
respectivos links
Miscelânea
António Barroso (Tiago)
Anda o Sonho emprestado a flutuar
Numas lânguidas noites de verão,
E o Trovador amante, de emoção,
Canta pra’ sua amada, ao acordar.
Se há Esperança para duas vidas,
No sonho, na ilusão, na fantasia,
Diz o poeta, em frases repetidas:
- Em frente e, Voa minha poesia.
Alma minha subtil que em versos clama
Pra’ todo o mundo, paz
fraternidade,
Que se cumpra a poesia, com
verdade,
E que, por todo o lado, arda essa
chama.
Já voou a poesia, num momento,
Ficou minha alma leve, mais
liberta,
Direi, então: - tu tens a porta
aberta,
Segue o teu rumo e Voa pensamento.
Parede - Portugal (04/02/2014)
Poemas de Eugénio de Sá
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