domingo, 21 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
ESCREVER OU NÃO ESCREVER UM POEMA DE NATAL de Susana Custódio
O que poderá escrever-se num
poema de Natal
Que outros poetas já não
tenham escrito?
São sempre as mesmas palavras
Que jorram no mesmo caudal
Papel brilhante, laços
coloridos
Ruas enfeitadas, luzes
multicores que piscam
Musicas de grandes
compositores
Que aos meus ouvidos soam
como um grito
Mas afinal o que poderá
escrever-se num poema de Natal?
Que outros poetas já não
tenham escrito?
Os ricos têm mesa farta, nada
lá falta
Os pobres têm o que podem
E outros nem têm um abrigo,
Também existem os que estão
doentes
Lembrando Natais de tempos já
idos
Mas afinal o que poderá escrever-se
de novo num poema de Natal?
Proponho então celebrar a
data de nascimento
Desse Menino que afinal só
queria ensinar-nos
O verbo Amar em todos os seus
tempos
E não só agora neste dia mas em
todos os dias
Por isso vos proponho que na
mesa
Onde todos nos reunimos
Comemos, bebemos e rimos
Nos lembremos d ’Ele
Que esta festa é em sua
memória
Para isso vos convido a
colocarmos
Nessa mesa uma cadeira vazia
E se alguém nessa noite tocar
à nossa porta
A convidemos a entrar e à
mesa se sentar
Nunca saberemos se por acaso
Jesus nos virá visitar
E connosco quererá o seu aniversário celebrar.
Susana Custódio
Sintra - Portugal - Dezembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
CENTELLAS DEL ALMA de Eugénio de Sá ( ha sido traducido al español, editado e ilustrado con la magia de sus manos al piano por Eunate Goikietxea)
Este precioso libro virtual con
versos del gran poeta portugués Eugenio de Sá, ha sido traducido al español,
editado e ilustrado al piano por Eunate Goikietxea .
Para Para leer, haga clic en el enlace
Cuando ves el video, haga clic en la primera casilla de la derecha para ver (pantalla completa) gran pantalla.
Para empezar a leer los poemas hacen clic en la portada del libro, el ratón se convierte en una flecha para hacer que el cambio de página.
http://www.slideboom.com/presentations/1103738/centellas-del-alma?pk=2467-583f-b984-ce4b-6bde-f688-b994-ccf6
Para Para leer, haga clic en el enlace
Cuando ves el video, haga clic en la primera casilla de la derecha para ver (pantalla completa) gran pantalla.
Para empezar a leer los poemas hacen clic en la portada del libro, el ratón se convierte en una flecha para hacer que el cambio de página.
http://www.slideboom.com/presentations/1103738/centellas-del-alma?pk=2467-583f-b984-ce4b-6bde-f688-b994-ccf6
Eugénio de Sá
Sintra - Portugal - 4 de Outubro de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
DUAS VISITAS DOS NETINHOS GUI & GU
Este primeiro vídeo foi feito no passado dia 12 de Junho.
Aqui em casa descobriram os interruptores da luz, foi uma alegria.
No início o vídeo não é bom devido à minha pressa para os apanhar, depois fica muito engraçado.
Eles já dizem muitas palavras e algumas frases
Aqui estavam com 20 meses de idade - 12 de Junho 2014
Agora com 21 meses
Nós bem queremos que falem, só o fazem quando querem!!!
O Gu queria o "nini", nós não sabíamos o que era.
Telefónámos para mãe. " nini" é o Rato Michey!
E lá lhe fizémos a vontade!
Aqui em casa descobriram os interruptores da luz, foi uma alegria.
No início o vídeo não é bom devido à minha pressa para os apanhar, depois fica muito engraçado.
Eles já dizem muitas palavras e algumas frases
Aqui estavam com 20 meses de idade - 12 de Junho 2014
Agora com 21 meses
Nós bem queremos que falem, só o fazem quando querem!!!
O Gu queria o "nini", nós não sabíamos o que era.
Telefónámos para mãe. " nini" é o Rato Michey!
E lá lhe fizémos a vontade!
quarta-feira, 16 de julho de 2014
VAZIOS um poema de Eugénio de Sá
VAZIOS
Eugénio de Sá
Ah lua das ausências incoerentes
Que fria luz na alma de um amante
E a noite assim é solidão bastante
No cio d’almas que penam, inocentes.
Mas se o amor se nega à extasia
Ganha inclemência tal desassossego
Que a pena hesita em contar o segredo
dos vampiros que roubam a alegria.
Noite fechada em breus de sofrimento
Nem as memórias ajudam a esquecer
um só queixume, um ai, ou um lamento.
Quem não vive amarguras sem as querer?
- Mas o amante faz
delas seu sustento
Quando se evade o cerne do seu ser.
Sintra – Portugal – Julho 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
VENERÁVEL TRONCO de Eugénio de Sá
Venerável
tronco
Eugénio de
Sá
Anos passaram, a vida
mudou
E separados por outro
maior querer
Fomos chegando ao
nosso entardecer
Sem sabermos de nós, o
que ficou.
Voltei hoje ao
carvalho ancestral
E junto à profecia que
eu talhara
Fora esculpido de uma
forma rara
Um coração partido e
original.
Porque a vista já me
vai faltando
Acerquei-me do tronco
venerável
E vi, perplexo, que ao
nome adorável
Se acrescentara: te
estarei esperando!
Uma lágrima rebelde me
aflorou
À vista da verdade ali
contida
Quando por mim roçou
folha caída
Que, tristemente, a
meus pés ficou.
Sintra - Portugal - Julho 2014
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